Primeiro: Millôr me tem, com o seu humor epifânico, porque fincado em nossa matéria de perdição / salvação, assim como as diversas representações artísticas de São Jorge, uma das insígnias de minha família. Segundo: volta e meia, vejo-me preso ao garimpo de peças como esta nas edições que já remontam algum tempo de revistas e/ou jornais brasileiros de grande circulação, extintos ou não. Terceiro: de repente, senti a urgência de (re)aprender a enxergar.
A propósito da fonte: Revista Veja (edição de 25/12/1968, p. 5).

Nenhum comentário:
Postar um comentário