[...]. Se tivesse a tolice de se perguntar ´quem sou eu?´ cairia estatelada e em cheio no chão. É que ´quem sou eu?´ provoca necessidade. E como satisfazer a necessidade? Quem se indaga é incompleto. (LISPECTOR, 2006, p. 15).
Referência:
LISPECTOR, Clarice. A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 2006, p. 15.
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